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Cálculo Renal · Fortaleza, CE

1 em cada 10 brasileiros vai ter pedra nos rins ao longo da vida. Entenda por que e como evitar.

O cálculo renal é uma das condições urológicas mais prevalentes no Brasil e a mais comum no Nordeste. Não é apenas uma pedra: é um sinal de que algo no metabolismo ou nos hábitos precisa mudar. Conhecer o tipo, a causa e os fatores de risco é o primeiro passo para nunca mais ter uma crise.

Pedra nos rins Fortaleza, Dr. Érico Diógenes

O tipo define o tratamento

OS 4 TIPOS DE PEDRA NOS RINS

Nem toda pedra nos rins é igual. A composição do cálculo determina sua causa, seu comportamento e, principalmente, a estratégia de prevenção. Identificar o tipo é o passo mais importante após o episódio inicial.

Oxalato de Cálcio

70% dos casos

O tipo mais comum. Forma-se quando a urina tem excesso de cálcio e oxalato. Alimentos ricos em oxalato (espinafre, amêndoas, cacau) e baixa ingestão de água são os principais gatilhos.

Prevenção: Hidratação abundante, redução de oxalato na dieta, cálcio alimentar adequado.

Ácido Úrico

10% dos casos

Relacionado à gota, obesidade e dietas ricas em proteína animal. A urina ácida favorece a precipitação do ácido úrico. Ao contrário dos outros tipos, pode se dissolver com medicamentos.

Prevenção: Alcalinização da urina, redução de proteína animal, tratamento da gota.

Estruvita (Infecciosa)

10% dos casos

Formada por bactérias urease-positivas que alcalinizam a urina. Pode crescer rapidamente e ocupar toda a pelve renal (cálculo coraliforme). Mais comum em mulheres com infecções urinárias de repetição.

Prevenção: Tratamento rigoroso das infecções urinárias. Exige acompanhamento especializado.

Cistina

Menos de 2%

Causa genética (cistinúria). Esses cálculos tendem a ser recorrentes, bilaterais e de difícil tratamento. Diagnóstico pela análise do cálculo e pesquisa de cistina na urina de 24 horas.

Prevenção: Hiperhidratação extrema, alcalinização da urina e medicamentos específicos.

Por que acontece

FATORES DE RISCO

O cálculo renal raramente tem uma causa única. É quase sempre o resultado da combinação de hábitos, genética e alterações metabólicas que podem ser identificadas, corrigidas e monitoradas.

Desidratação crônica

Principal causa no Brasil, especialmente no Nordeste. Urina concentrada favorece a precipitação de cristais. A meta é produzir mais de 2 litros de urina por dia.

Dieta hipercalórica e hiperproteica

Excesso de sal aumenta a excreção de cálcio urinário. Proteína animal em excesso aumenta ácido úrico e reduz o pH da urina.

Histórico familiar

Ter parentes com cálculo renal aumenta significativamente o risco. Algumas alterações metabólicas que predispõem ao cálculo têm base genética.

Obesidade e síndrome metabólica

Resistência à insulina altera o metabolismo do ácido úrico e reduz o pH urinário, favorecendo cálculos de ácido úrico.

Alterações metabólicas

Hipercalciúria, hiperoxalúria, hiperuricosúria, hipocitratúria e hipomagnesúria são alterações detectadas na urina de 24h que aumentam o risco.

Doenças intestinais

Doença de Crohn, ressecção intestinal e síndrome do intestino curto aumentam a absorção de oxalato, levando à hiperoxalúria entérica.

Como evitar novas crises

PREVENÇÃO BASEADA EM EVIDÊNCIAS

As medidas abaixo são validadas por evidências científicas e podem reduzir o risco de recorrência em até 70%. A prevenção começa no consultório com uma investigação metabólica completa.

  • Beber no mínimo 2,5 litros de água por dia, especialmente no Nordeste
  • Reduzir o sal para menos de 5g por dia (equivalente a 1 colher de chá)
  • Não exagerar na proteína animal: menos de 0,8g por kg de peso corporal por dia
  • Manter ingestão adequada de cálcio PELA ALIMENTAÇÃO (laticínios), nunca pelo suplemento
  • Evitar excesso de alimentos ricos em oxalato: espinafre, amêndoas, cacau, chá preto
  • Fazer urina de 24 horas periodicamente para identificar alterações metabólicas

Atenção ao clima do Nordeste

Fortaleza integra o "cinturão de pedra" climático. O calor intenso aumenta a perda hídrica e concentra a urina, tornando a hidratação ainda mais crítica nessa região.

Especialista em cálculo renal em Fortaleza

DR. ÉRICO DIÓGENES

Tratar a pedra nos rins é urgente. Prevenir a próxima é o que faz a diferença na vida do paciente. O Dr. Érico Diógenes conduz essa investigação de forma completa: análise do cálculo expelido (quando possível), urina de 24 horas, exames de sangue e avaliação dos hábitos alimentares para identificar a causa raiz de cada caso.

Em Fortaleza, onde o clima potencializa o risco de formação de cálculos, o acompanhamento especializado é ainda mais relevante. Com formação pela Universidade Federal do Ceará e experiência no tratamento endoscópico de cálculos renais e ureterais, o Dr. Érico oferece tanto o tratamento agudo das crises quanto o plano preventivo de longo prazo.

Se você já teve pedra nos rins uma vez, a probabilidade de ter de novo é alta. O momento certo para investigar a causa é agora.

Dr. Érico Diógenes, especialista em pedra nos rins Fortaleza

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE PEDRA NOS RINS

Depende do tamanho e localização. Pedras menores de 4 mm têm alta taxa de eliminação espontânea (mais de 80%) com hidratação e analgesia. Entre 4 e 6 mm, a taxa cai para 50-60%. Acima de 6 mm, a eliminação espontânea é improvável e alguma intervenção costuma ser necessária. O urologista define a conduta certa para cada caso.

Onde nos encontrar

Endereço

Pátio Dom Luís, Av. Dom Luís, 1200, Sl 705, Torre 2
Edson Queiroz, Fortaleza, CE

Funcionamento

Segunda a Sexta: 8h às 18h

Já teve pedra nos rins? Investigue a causa antes da próxima crise.

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