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Uro-Oncologia · Bexiga · Fortaleza

Sangue na urina sem dor. Esse é o sinal que o câncer de bexiga usa para avisar. Não ignore.

O câncer de bexiga é o quarto tumor mais comum nos homens brasileiros. O principal sintoma é a hematúria macroscópica indolor: sangue visível na urina, frequentemente intermitente, que muitos pacientes ignoram por sumir sozinho. Não some: volta. E cada episódio ignorado pode ser meses de progressão silenciosa.

Câncer de bexiga em Fortaleza, Dr. Érico Diógenes

A distinção mais importante

SUPERFICIAL OU INVASIVO: A FRONTEIRA QUE MUDA TUDO

No câncer de bexiga, a divisão entre tumor não músculo-invasivo e músculo-invasivo não é apenas um detalhe técnico: é a fronteira que separa o tratamento endoscópico da cirurgia radical, e a sobrevida de 90% da sobrevida de 50%.

Não Músculo-Invasivo (NMIB)

Ta, T1, Tis (carcinoma in situ)

Representa 75% dos diagnósticos. O tumor ainda não invadiu a camada muscular. Tratamento endoscópico (RTU de bexiga) com alta taxa de sucesso, mas recidiva frequente exige vigilância rigorosa.

Tratamento: RTU de bexiga + instilação intravesical de BCG ou quimioterapia

Músculo-Invasivo (MIB)

T2, T3 (músculo e perivesical)

O tumor invadiu a camada muscular. Representa a mudança de paradigma no tratamento: cistectomia radical é necessária. A sobrevida cai significativamente em relação ao estágio superficial.

Tratamento: Quimioterapia neoadjuvante + cistectomia radical (robótica)

Localmente Avançado / Metastático

T4, N+ ou M1

Invasão de estruturas adjacentes ou disseminação para linfonodos e órgãos distantes. Tratamento multimodal com quimioterapia, imunoterapia e cirurgia paliativa em casos selecionados.

Tratamento: Quimioterapia baseada em cisplatina + imunoterapia

Abordagens terapêuticas

DO ENDOSCÓPIO AO ROBÔ

RTU de Bexiga (Ressecção Transuretral)

RTU de Bexiga (Ressecção Transuretral)

Indicação: Tumores não músculo-invasivos

Procedimento endoscópico sem incisão: ressecção do tumor pela uretra sob anestesia. É ao mesmo tempo diagnóstico (permite análise histológica completa) e terapêutico. Procedimento ambulatorial ou com curta internação.

BCG Intravesical

BCG Intravesical

Indicação: NMIB de alto risco após RTU

O bacilo de Calmette-Guérin (BCG) instilado diretamente na bexiga é a imunoterapia mais antiga e mais eficaz da oncologia. Estimula o sistema imune local a destruir células tumorais residuais. Reduz em até 32% o risco de progressão para invasão muscular.

Cistectomia Radical Robótica

Cistectomia Radical Robótica

Indicação: Tumor músculo-invasivo

Remoção da bexiga com sistema Da Vinci, linfadenectomia pélvica ampliada e reconstrução urinária. O procedimento mais complexo da urologia, hoje realizado com mínimas incisões, menos sangramento e recuperação mais rápida.

A doença que exige vigilância permanente

PROTOCOLO DE VIGILÂNCIA

O câncer de bexiga superficial tem alto risco de recidiva: até 70% dos pacientes terão novo tumor nos primeiros 5 anos. Por isso, a cistoscopia de vigilância regular não é opcional, é parte do tratamento.

  • Cistoscopia 3 meses após RTU inicial (obrigatória)
  • A cada 3 meses nos primeiros 2 anos (tumores de alto risco)
  • A cada 6 meses do 3o ao 5o ano
  • Anualmente após o 5o ano (se sem recidiva)
  • Citologia urinária em cada consulta
  • Tomografia anual para avaliar trato urinário superior

Parar de fumar é tratamento

Pacientes que param de fumar após o diagnóstico têm risco 2-3 vezes menor de recidiva. A cessação do tabagismo é a intervenção mais impactante que o paciente pode fazer por si mesmo.

Uro-oncologista em Fortaleza

DR. ÉRICO DIÓGENES

O manejo do câncer de bexiga exige o domínio de técnicas que vão do simples ao extremamente complexo: da ressecção endoscópica sob visão direta à cistectomia radical robótica com reconstrução urinária intracorpórea. Em cada estágio da doença, a decisão terapêutica é diferente e exige experiência específica.

Em Fortaleza, o Dr. Érico Diógenes realiza RTUs de bexiga, conduz programas de instilação de BCG e indica cistectomia radical robótica quando necessário. Com formação pela Universidade Federal do Ceará e especialização em uro-oncologia, ele acompanha o paciente desde o diagnóstico inicial até o protocolo de vigilância de longo prazo.

Sangue na urina uma vez já é suficiente para investigar. Não espere acontecer de novo.

Dr. Érico Diógenes, câncer de bexiga Fortaleza

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE CÂNCER DE BEXIGA

Não. Sangue na urina tem muitas causas: infecção urinária, cálculo renal, trauma, hiperplasia prostática. Mas o câncer de bexiga sempre deve ser excluído, especialmente em fumantes e pessoas acima de 50 anos. A hematúria do câncer de bexiga costuma ser indolor, intermitente e macroscópica (visível). Todo episódio de sangue na urina sem causa identificada deve ser investigado com cistoscopia.

Onde nos encontrar

Endereço

Pátio Dom Luís, Av. Dom Luís, 1200, Sl 705, Torre 2
Edson Queiroz, Fortaleza, CE

Funcionamento

Segunda a Sexta: 8h às 18h

Sangue na urina é sinal de alerta. Avalie com Dr. Érico em Fortaleza.

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